Revolução industrial

Movimento, pintura e escultura
Florença - Itália, na casa dos parentes em 1856. Degas, fizera o retrato das filhas do barão Gennaro Bellelli: Giulia, Giovanna, e a esposa (prima de Degas) a baronesa Laura Bellelli.
De 1858, existe uma série de esboços a pastel dos mesmos modelos. Depois o projeto
reuniu as primas, as tias e toda a família mas, esse só foi concluído anos mais tarde, em Paris.
Calendário gregoriano
Tem origem europeia, é utilizado pela maioria dos países. Publicado por uma lei oficial pelo Papa Gregório XIII (1502-1585). Foi Papa desde Maio de 1572, até o dia da sua morte. Substituiu o calendário Juliano, o qual foi criado pelo líder romano Júlio César (100 - 44 a.C). O objetivo da mudança era fazer regressar o equinócio da Primavera (na astronomia é definido no instante em que o sol, em sua órbita aparente, cruza o Equador Celeste), para 21 de Março, desfazendo o erro de 10 dias existente na época.
Os dois pontos da esfera celeste em que a eclíptica corta o equador celeste são denominados equinócios:
ocorrem nos meses de março e setembro, quando definem mudanças de estação. Em março, o equinócio marca o início da primavera no Hemisfério norte e do outono no hemisfério sul.
O Outono é a estação do ano que vem antes do inverno e substitui o verão. No Hemisfério Sul inicia em 20 ou 21 de março e termina a 20 ou 21 de junho. As características típicas dessa estação são observadas em regiões mais afastadas da Linha do Equador, situadas ao sul do Trópico de Capricórnio.
No Hemisfério Norte tem início em 22 ou 23 de setembro e termina em 21 ou 22 de dezembro. Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o início do Outono no hemisfério norte e da Primavera no hemisfério sul.
Os meses
Dezembro - decem, "dez" em latim; o décimo mês do calendário de Rómulo.
Novembro - novem, "nove" em latim; o nono mês.
Outubro - octo, "oito" em latim; o oitavo mês.
Setembro - septem, "sete" em latim; o sétimo mês do calendário romano que originalmente começava em Março. Tem duração de 30 dias. É um mês de início de outono no hemisfério norte e início da primavera no hemisfério sul. Portanto, no hemisfério sul é o equivalente sazonal de março no hemisfério norte e vice-versa.
As estações, ou sazões, são divisões do ano baseadas em padrões do clima. No mundo ocidental, são: primavera, verão, outono e inverno.
Em 21 ou 22 de Setembro, o Sol cruza o equador celeste rumo ao sul; é o equinócio de setembro, começo do outono no Hemisfério Norte e da primavera no Hemisfério Sul.
Agosto - Augusto, primeiro imperador romano. O mês era anteriormente chamado Sêxtil, o sexto mês do calendário de Rómulo.
Julho - Júlio César, general romano. O mês era anteriormente chamado Quíncio, o quinto mês do calendário de Rómulo.
Junho - Juno, deusa romana, esposa do deus Júpiter.
Maio - Maia Maiesta, deusa romana.
Abril - É o quarto mês do calendário gregoriano, e tem 30 dias. O nome deriva do latim April, que significa abrir, numa referência à germinação das culturas. Outra hipótese sugere que Abril seja derivado de Apro, o nome etrusco de Vênus, deusa do amor e da paixão. Além de ser o único mês que termina com "L" ao invés de "O".
Março - Marte, deus romano da guerra.
Fevereiro - Fébruo, deus etrusco da morte; Februarius (mensis),
"Mês da purificação" em latim, parece ser uma palavra de origem sabina, o último mês do calendário romano anterior a 45 a.C.. Relacionado com a palavra "febre".
Janeiro - Jano, deus romano das portas, passagens, inícios e fins.
O renascimento comercial teve um grande papel na transição do feudalismo para o capitalismo. Entre 1796 e 1840, o progresso. Com a Revolução industrial, o artesanato foi deixado de lado. Mecanização indústria têxtil, indústria de móveis, imprensa de cartazes, indústria da construção. Antes da mecanização, ornamento e decoração eram expressão do virtuosismo artesãos no trabalho com materiais preciosos e delicados, indicavam valor econômico e estético. Depois, com a produção em grande escala, novos materiais: o ferro fundido e novas técnicas com estamparia, moldagem, envernizamento simulando materiais preciosos e acabamento primoroso.
A 1° fase – Iniciou na Inglaterra no séc. XVIII. Espalhou-se durante a 2° metade do séc. para outros países da Europa. O pioneirismo inglês pode ser explicado pela existência no país de minas de carvão mineral (fonte de energia) e minério de ferro (matéria-prima).
A partir da década de 1970, as preocupações com o meio ambiente (desmatamentos, extinção de espécies animais, buraco na camada de ozônio), grande parte destes problemas ambientais foram causados desde àquela 1º fase. E o aumento da importância no cenário econômico global dos países emergentes (China, Rússia, Brasil e Índia).
Foi uma fase de transição artesanal para a indústria, houve invenção de diversas máquinas movidas a vapor; os trabalhadores das fábricas recebiam salários baixos enfrentam péssimas condições de trabalhos, sem direitos trabalhistas. O uso de mão de obra infantil e feminina, com salários abaixo dos homens. Buscavam matéria primas e mercados consumidores na África e Ásia, através do neocolonialismo.
A 2° fase – iniciou-se nos E.U.A no final do séc. XIX e no começo do séc. XX. Criação e uso de novas tecnologias: veículos automotores, aviões, etc. Houve também um significativo aperfeiçoamento nas tecnologias usadas nas máquinas industriais, sistemas de produção mais eficientes - resultou em maior produtividade com redução de custos, exemplo: telefone e rádio.
A indigência forçou muitas crianças a trabalhar nas fábricas em condições penosas.
A 3° fase - foi liderada também pelos E.U.A. Teve início com o final da segunda guerra mundial, séc. XX. Introdução do uso de novas fontes de energia (nuclear). Desenvolvimento e início do uso da informática, principalmente por parte de empresas e governos. Posteriormente para todas as pessoas, melhorias nas condições de trabalho com direitos trabalhistas e fortalecimento do sistema capitalista. Crescimento econômico do Japão e da Alemanha, que passaram a figurar como potências econômicas na segunda metade do séc. XX. Desenvolvimento da globalização, principalmente opôs a guerra fria, que trouxe um novo cenário nas relações econômicas e formas de produção.
Deustsche Werkbund - Escola de Glausgow. Associação de artistas, artesãos e publicitários - Munique, 1907. Queriam melhorar o trabalho profissional mediante a educação e a propaganda, através da junção da arte, indústria e artesanato. Inspirado pelo movimento Arts and Crafts, mas sem pregar o retorno do artesanato e sim, a união arte mais indústria.
Queriam impor novos padrões de qualidade na indústria;
Divulgar os produtos alemães (Bauhaus) no mercado mundial.
Os principais antecedentes institucionais e comerciais dessa associação foram: o político liberal progressista Friendrick Naumam e Hermam Muthesius, nomeados professores de arte aplicada.
Inconformado com as posições de Muthesius a favor da padronização estilística e da subordinação da arte aos interesses industriais, o designer belga Henry Van de Veld, advogava a importância da liberdade criativa e da autonomia da arte como guardiã de valores humanos, independente de questões comerciais.
iluminura de Les très riches heures du duc de Berry.
"Porcelana da companhia das Índias Ocidental. Originária da China, que os portugueses levaram para o Ocidente desde 1481. A Inglaterra assumiu esse negócio por longos 250 anos. Moda no RJ - séc. XVII".
Edição 2025. anotações, aulas História da Arte, 2014 - UVA, RJ.



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